Gostaria de utilizar esse espaço pra divulgar coisas boas que ando assistindo, ouvindo, lendo...entre outras coisas. Sim, boas pra mim. Mas quem sabe pra você tambem?!
Ontem assisti o documentário “Lóki”.
Há algum tempo estava planejando e ontem, uma bela noite de sexta feira, daquelas que desejamos caminhar o corpo pelas avenidas da cidade, decidi concedê-la para Arnaldo Baptista, e sem arrependimentos.
O filme foi lançado em 2008 e conta a vida de Arnaldo, integrante do Mutantes. Para mim, fã incondicional deles, Os Mutantes, foi incrível conhecer o poço infinito, insistente e criativo que é este grande músico, artista e ser humano, acima de tudo. Dentre seus dramas, o amor de Rita Lee que se perdeu, o fim dos Mutantes, as grandes doses de LSD, a tentativa de suicídio, a queda do 4o andar, o período de coma, dentre outros, Arnaldo é uma medida construtiva entre o mundo real e o mundo dos discos voadores.
Reconhecido internacionalmente, ovacionado por Kurt Cobain, Arnaldo foi sim o grande líder de uma das maiores, se não a maior, banda brasileira. A grande marca tropicalista, que revolucionou com suas guitarras elétricas. Como não assistir o vídeo “Domingo no Parque” e não se emocionar e perceber a grande revolução que a partir dali se encontra. E isso tudo em plena ditadura.
http://www.youtube.com/watch?v=Zbv3M-AdxC0
Arnaldo, tu és um mestre!
O que tens de lóki é aquilo que poucos entendem...aquilo que não se encaixa nessa época.
Como Zelia Ducan diz no filme, você é a própria Balada do Louco. “E mais louco ainda é quem diz que não é feliz!”
"Hoje eu percebi
Que venho me apegando às coisas
Materiais que me dão prazer
O que é isso, meu amor?
Será que eu vou morrer de dor
O que é isso, meu amor?
Será que eu vou virar bolor?"
Arnaldo Baptista – Será que eu vou virar bolor?
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