Na faculdade sentira-se atraído pelo comunismo, mas Mathieu o desviara ensinando-lhe o que era a liberdade. Boris compreendera imediatamente: é um dever fazer o que se quer, pensar o que se bem entende, ser responsável perante si próprio apenas, analisar permanentemente o que se pensa dos outros. Boris construíra sua vida sobre alicerces. Era inescrupulosamente livre. Em particular discutia sempre com todos, à exceção de Mathieu e Ivich; com esses era inútil, porque eram perfeitos. Quanto à liberdade, não era recomendável analisá-la demasiado, porque a gente deixava então de ser livre.
SARTRE, A Idade da Razão. p.168
quarta-feira, 28 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Cê tá pensando que eu sou loki?
Gostaria de utilizar esse espaço pra divulgar coisas boas que ando assistindo, ouvindo, lendo...entre outras coisas. Sim, boas pra mim. Mas quem sabe pra você tambem?!
Ontem assisti o documentário “Lóki”.
Há algum tempo estava planejando e ontem, uma bela noite de sexta feira, daquelas que desejamos caminhar o corpo pelas avenidas da cidade, decidi concedê-la para Arnaldo Baptista, e sem arrependimentos.
O filme foi lançado em 2008 e conta a vida de Arnaldo, integrante do Mutantes. Para mim, fã incondicional deles, Os Mutantes, foi incrível conhecer o poço infinito, insistente e criativo que é este grande músico, artista e ser humano, acima de tudo. Dentre seus dramas, o amor de Rita Lee que se perdeu, o fim dos Mutantes, as grandes doses de LSD, a tentativa de suicídio, a queda do 4o andar, o período de coma, dentre outros, Arnaldo é uma medida construtiva entre o mundo real e o mundo dos discos voadores.
Reconhecido internacionalmente, ovacionado por Kurt Cobain, Arnaldo foi sim o grande líder de uma das maiores, se não a maior, banda brasileira. A grande marca tropicalista, que revolucionou com suas guitarras elétricas. Como não assistir o vídeo “Domingo no Parque” e não se emocionar e perceber a grande revolução que a partir dali se encontra. E isso tudo em plena ditadura.
http://www.youtube.com/watch?v=Zbv3M-AdxC0
Arnaldo, tu és um mestre!
O que tens de lóki é aquilo que poucos entendem...aquilo que não se encaixa nessa época.
Como Zelia Ducan diz no filme, você é a própria Balada do Louco. “E mais louco ainda é quem diz que não é feliz!”
"Hoje eu percebi
Que venho me apegando às coisas
Materiais que me dão prazer
O que é isso, meu amor?
Será que eu vou morrer de dor
O que é isso, meu amor?
Será que eu vou virar bolor?"
Arnaldo Baptista – Será que eu vou virar bolor?
Ontem assisti o documentário “Lóki”.
Há algum tempo estava planejando e ontem, uma bela noite de sexta feira, daquelas que desejamos caminhar o corpo pelas avenidas da cidade, decidi concedê-la para Arnaldo Baptista, e sem arrependimentos.
O filme foi lançado em 2008 e conta a vida de Arnaldo, integrante do Mutantes. Para mim, fã incondicional deles, Os Mutantes, foi incrível conhecer o poço infinito, insistente e criativo que é este grande músico, artista e ser humano, acima de tudo. Dentre seus dramas, o amor de Rita Lee que se perdeu, o fim dos Mutantes, as grandes doses de LSD, a tentativa de suicídio, a queda do 4o andar, o período de coma, dentre outros, Arnaldo é uma medida construtiva entre o mundo real e o mundo dos discos voadores.
Reconhecido internacionalmente, ovacionado por Kurt Cobain, Arnaldo foi sim o grande líder de uma das maiores, se não a maior, banda brasileira. A grande marca tropicalista, que revolucionou com suas guitarras elétricas. Como não assistir o vídeo “Domingo no Parque” e não se emocionar e perceber a grande revolução que a partir dali se encontra. E isso tudo em plena ditadura.
http://www.youtube.com/watch?v=Zbv3M-AdxC0
Arnaldo, tu és um mestre!
O que tens de lóki é aquilo que poucos entendem...aquilo que não se encaixa nessa época.
Como Zelia Ducan diz no filme, você é a própria Balada do Louco. “E mais louco ainda é quem diz que não é feliz!”
"Hoje eu percebi
Que venho me apegando às coisas
Materiais que me dão prazer
O que é isso, meu amor?
Será que eu vou morrer de dor
O que é isso, meu amor?
Será que eu vou virar bolor?"
Arnaldo Baptista – Será que eu vou virar bolor?
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Génesis, capítulo 1, versículo primeiro.
Este espaço se abre em um momento de histeria.
Aquilo que grita requer mais espaços.
As intenções são das mais obscuras.
Diria que não há nenhuma,
Mas: “Oras, há sempre uma!”
Do compromisso eu abro mão e assumo.
O tema? Este encontra-se na moda do futuro, é 4D.
"Sigam meus bons" (?!)
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